Translate

Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O EVANGELHO PARA OS FILHOS DA ALIANÇA



Capítulo I – Entendendo a Necessidade

Livros e manuais sobre crescimento de igreja têm invadido o mercado. Entretanto, é surpreendente o fato de que poucos abordam o crescimento interno através da obra soberana do Espírito Santo, abençoando a criação de filhos na verdade da aliança.

Historicamente, cristãos reformados têm considerado que o crescimento da igreja mais genuíno e sólido ocorre através da conversão de jovens nascidos e criados na igreja. Charles Spurgeon escrevendo a Edward Payson Hammond, autor do livro “A Conversão de meus Filhos”, afirmou, “estou convencido de que dentre os nossos convertidos, aqueles nascidos e criados na igreja estão entre os melhores que temos. Creio que têm sido mais numerosos do que qualquer outra categoria de convertidos e também mais constantes e mais sólidos a longo prazo”.

O parecer de Andrew Bonnar estava de acordo com esse ponto de vista. Ele também escreveu a Hammond, dizendo: “nos despertamentos que nos têm sido concedidos, os casos de pessoas jovens foram inteiramente satisfatórios em relação a outros que tivemos. Se a conversão é obra de Deus, na qual o Espírito Santo revela Cristo à alma, seguramente, sua ação pode ocorrer tanto entre as crianças quanto entre os mais velhos”.

Filhos criados na igreja necessitam ouvir o evangelho nos mínimos detalhes tanto quanto os adultos necessitam. Eles, igualmente, precisam nascer de novo e serem evangelizados. Neste livrete sobre a evangelização dos filhos da aliança, na dependência do Espírito Santo, focalizaremos três preocupações:

1. A necessidade de evangelizar os filhos da aliança;
2. O conteúdo dessa evangelização;
3. Os meios para evangelizar.
_______
Extraído do livro "O Evangelho Para os Filhos da Aliança", Ed. Os Puritanos.
Temos a responsabilidade de compartilhar o Evangelho com as crianças que o Senhor nos confiou – irmãos, primos, sobrinhos, filhos, netos e menores sob nossa influência.





Não podemos esperar que a próxima geração seja comprometida com a Igreja, e o seu Senhor, se não lhe ensinarmos com nosso exemplo e instrução sólida. Os pais são os primeiros professores.

Nossa Igreja tem se preocupado em prover instrução sólida para os seus membros através de mensagens bíblicas expositivas, Escola Bíblica Dominical com matriz curricular dentro da Teologia Reformada em todas as classes, Pequenos Grupos com foco na alimentação espiritual através do estudo bíblico. Conhecer a Bíblia e guardar os seus mandamentos é sinal de amor ao Senhor (João 14.21).

O Senhor nos tem abençoado, e pessoas tem sido atraídas pelo desejo de conhecimento da Santa Palavra de Deus. O convencimento do pecado, da justiça e do juízo é obra do Espírito Santo (João 16.8-11), e não fruto de recursos e metodologias humanas, essa verdade inclui as nossas crianças. Nenhum de nós é melhor que o Espírito Santo para instruir nossas crianças, e devemos ser apenas instrumentos nas mãos da Trindade Bendita.

(Publicado como anexo ao Boletim da Igreja Presbiteriana Memorial

em 16 de outubro de 2016)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

FILHOS DA ALIANÇA



Nesta semana a sociedade comemorará o dia das crianças, data em que o “deus mercado” impõe seu culto consumista às famílias em uma sociedade hedonista e permissiva, onde crianças não são educadas, nem tratadas, como crianças, e muitas vezes tornam-se pequenos tiranos nos reinos domésticos.

As famílias da aliança devem relembrar que têm uma grande responsabilidade diante do Senhor, com as crianças que lhe são confiadas.

As Escrituras afirmam:
Gênesis 17.7 Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das gerações, aliança pérpetua, para ser o teu Deus e da tua descendência.
Salmo 127.3 Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.

Estes versículos, e dezenas de outros, nos ensinam que os nossos filhos além de pertencerem ao Senhor, são partícipes de uma aliança eterna com o Deus Criador, e como tais devem ser instruídos.

Iluminados por estas verdades devemos ter a consciência de que a nossa grande responsabilidade, o nosso maior legado para com os filhos é a fé verdadeira, e a consciência de que eles fazem parte de um Pacto Eterno estabelecido pelo próprio Deus, e descrito em Sua Santa Palavra.

Assim, é mister que cada família instrua desde cedo seus pequenos nos caminhos do Senhor para que quando eles cresçam não se desviem (Provérbios 22.6). Essa instrução deve começar nos lares e caracterizar nosso quotidiano (Deuteronomio 6.7; 11.19; 2 Timóteo 3.15). No cumprimento desta tarefa, os pais devem evangelizar os filhos e ensiná-los desde cedo pelo exemplo, palavras e ações, o amor ao Senhor e à Sua Palavra, bem como o cultivo da vida cristã no exercicio da comunhão com os santos. Os  nossos filhos são herdeiros de benditas promessas, mas nascem pecadores, membros de uma raça caída, manchada pelo pecado, e precisam conhecer o nosso Salvador, e confessar a Fé cristã, que não se transmite por osmose, mas mediante ensino sólido.

Não podemos negligenciar o cuidado com os pequenos, nem sua instrução, e em todas as circunstâncias devemos referir porções da Bíblia Sagrada, para inculcá-la em nosso filhos e filhas (Deuteronômio 6.7).

Como pais, e familiares, temos o dever sagrado de trazê-los para o convivio com a Igreja do Senhor, quando ela se reune atendendo à Santa Convocação (Êxodo 12.16; Êxodo 20.8; Levítico 23.3, 7; entre outros), que é mandamento do Senhor, bem como em outras oportunidades como a Escola Bíblica Dominical, Sociedades Internas e Pequenos grupos.

Nossa Igreja conta com um Departamento Infantil bem organizado, e somos gratos ao Senhor pela equipe liderada abnegadamente por Halisson e Mislene, mas não podemos esquecer que é dever primeiro dos pais, e das familias, instruir as crianças na Fé cristã, e que esta tarefa não pode ser negligenciada, ou terceirizada sob nenhum pretexto.

Se desejamos filhas e filhos integrados e comprometidos com o Senhor e com Sua Igreja, precisamos começar desde cedo a mostrar, pelo exemplo, o valor que damos à Igreja (Sociedades Domésticas, Pequenos Grupos, Escola Dominical), e a seriedade do compromisso em atender às Santas Convocações para aos Cultos Solenes, quando a Igreja se reúne no Dia do Senhor, para cultuá-lo como ele ordenou. O Dia do Senhor deve ser amado, aguardado, celebrado, e deve gerar em nós expectativa e preparação.

Sendo zelosos, teremos o privilégio de ver a nossa descendência servindo ao Senhor, e prosseguindo a marcha gloriosa que aprendemos com nossos pais, e que eles precisam aprender de nós.

Se negligenciarmos este dever, e não honrarmos os compromissos que temos como membros da Igreja, e quebrarmos os mandamentos do Senhor, corremos o sério risco de ver nossos filhos desviados dos santos caminhos do Senhor, atraindo sobre si,e sobre nós o juízo, do Supremo Juiz.

Os filho da Aliança devem ser amados, instruidos, e trazidos à Casa do Senhor. Pais que não trazem com alegria seus pequenos ao Templo, por eles mesmos negligenciarem seus deveres, correm o sério risco de voltarem mais tarde chorando por adolescentes, jovens e adultos desviados. Nada justifica negligenciarmos os filhos da Aliança que o Senhor nos confiou!

Que o Senhor nos conceda diligência e sabedoria no trato com os filhos, e os menores sob nossa guarda.

Ad majorem Dei gloriam!



(Públicado no Boletim Dominical da Igreja Presbiteriana Memorial em 09 de outubro de 2016)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Famílias Saudáveis – Igreja Saudável




Estamos há uma semana das celebrações dos 24 anos da nossa Igreja, e há um ano do Jubileu de Prata. Nestas últimas semanas, fomos desafiados por sermões bíblicos que buscaram nos fortalecer no Senhor e na força do Seu poder.

Neste editorial enfocamos o tema Famílias Saudáveis – Igreja Saudável. Estamos convictos de que a saúde da Igreja está indissoluvelmente associada à saúde das famílias que a compõem. E, para que as famílias estejam saudáveis, cada um de seus membros deve desempenhar os papéis definidos por Deus em Sua Palavra, e não de acordo com sua vontade pessoal, ou com os modismos desta sociedade secularizada da alta modernidade.

Na atualidade, pessoas, conscientemente, trilham caminhos estranhos aos princípios bíblicos. Entre nós não pode ser assim! A vontade do Senhor para nossas famílias precisa ser o elemento central em todos os momentos e decisões da vida. Pessoas saudáveis, famílias saudáveis, Igreja saudável! Em nossa Escola Dominical temos uma classe especial para casados, e cada casal deve buscar frequentá-la para fortalecer sua família e a nossa Igreja.

Para que pessoas sirvam nas classes, Sociedades, Pequenos Grupos, Departamentos, ou o oficialato, é pré-requisito que cada um desempenhe bem o seu papel na família, e as famílias estruturadas darão suporte e apoio aos seus membros. Não podemos esquecer aquela frase que diz: “nenhum sucesso na vida compensa o fracasso na família”. Por vezes, o ativismo religioso é usado como álibi para negligenciar a família. Entre nós não pode ser assim.

Que Deus nos abençoe e ajude na construção de famílias saudáveis, para que tenhamos uma Igreja saudável e forte rumo ao Jubileu.

Soli Deo Gloriæ!


(Publicado no Boletim Dominical da Igreja Presbiteriana Memorial, 26 de Junho de 2016)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

A Comunhão Começa na Família



A família é o primeiro grupo social com o qual convivemos. Tendo sido criada por Deus, antes da queda, a família deve oferecer ambiente apropriado para o desenvolvimento e crescimento de cada pessoa em todas as suas dimensões.

Devemos buscar cumprir os planos de Deus para as nossas vidas e famílias. Essa busca implica reconhecermos nossas limitações, o que nos ajudará a lidar com as limitações dos outros, e juntos trabalharmos para a construção de famílias saudáveis, que criem um ambiente acolhedor para cada pessoa.

A família é o primeiro grupo social.Portanto, é através dela que compreendemos as regras básicas para o convívio social, e onde podemos exercitar comunhão. Conflitos surgem não apenas de opiniões divergentes, mas também da dificuldade em desempenhar os nossos papéis sociais, e aceitar os dos outros. Se construirmos famílias saudáveis, podemos sonhar com uma sociedade melhor.

Em uma família saudável, aprendemos que diferentes podem viver em unidade, quando marido e mulher administram os conflitos, e assim ensinam lições aos filhos.

Em uma família saudável, aprendemos as noções de autoridade e justiça, quando pais educam filhos com amor ilimitado e disciplina com limites claros.

Em uma família saudável, aprendemos a exercitar a fraternidade, ao nos relacionamos na base do amor e compreensão.

Em uma família saudável, a comunhão não é um sonho distante e inatingível, mas uma possibilidade real, que depende do empenho de cada um.

Famílias saudáveis vivem em comunhão, não pela ausência de conflitos, mas por conseguir enfrentá-los, exercitando amor que tem sua fonte inesgotável em Deus, e é suficiente para todas as ocasiões.

Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, nos ajude a viver em comunhão: a começar das nossas famílias.

Soli Deo Gloriæ!

(Publicado no Boletim Dominical da Igreja Presbiteriana Memorial em 17 Mai. 2015)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Dia dos Pais - Lembremos do PAI dos Pais


O segundo domingo de agosto é considerado no calendário brasileiro o dia dos pais, ocasião em que eles são homenageados de várias formas. Em nossa Igreja começamos o domingo com um delicioso café da manhã feito especialmente para eles.


Sejamos gratos ao Senhor pelos homens que tem se colocado a serviço do Senhor governando com sabedoria as suas famílias, conduzindo-as em uma jornada de fidelidade ao Senhor.


Aqui temos homens valorosos que dirigem suas famílias, e convocados pelo Senhor, atuam na Igreja como Pastores, Presbíteros, Diáconos, Professores, servos que buscam fazer a vontade de Deus, no tempo corrido em que vivem.


Ser pai é um grande privilégio, e traz consigo grandes responsabilidades. O pai é responsável não apenas pela provisão material do lar, mas sobretudo pela provisão do alimento e direção espirituais. Pais, sejamos fieis ao Senhor zelando pela vida espiritual dos nossos queridos. As outras ocupações não podem nos fazer negligenciar o que deve ocupar o primeiro lugar (Mateus 6.33).


A sociedade moderna sofre as conseqüências do distanciamento de Deus, e este distanciamento é reflexo, e se reflete, na omissão dos homens em exercer o papel designado pelo Senhor nas Escrituras Sagradas, o que tem contribuído para a decadência da civilização ocidental, que já começa a se rotulada de poscristã.


Ao comemorarmos o dia dos pais, e homenagearmos estes homens, lembremos sobretudo do Pai dos pais, para amá-Lo sobre todas as coisas, servi-lo com fidelidade e dedicação, buscando uma vida de obediência atentos ao que Ele requer de nós.


Soli Deo Gloriæ!

(Publicado no Boletim Dominical da Igreja Presbiteriana Memorial, 10 de agosto de 2014)

domingo, 20 de julho de 2014

Crianças São Herança do Senhor


O DI – Departamento Infantil –, contando com o reforço de voluntários, realiza mais uma Escola Bíblica de Férias. Momentos preciosos, quando, aproveitando as férias escolares, oferecemos uma programação especial para as crianças.

Nossa Igreja leva a sério o trabalho com os pequenos, e para isso mantém em funcionamento o DI. Dominicalmente as crianças participam da abertura da EBD no Santuário, para em seguida serem conduzidas às classes, onde aprendem verdades bíblicas em material especialmente preparado para elas. À noite, participam do início do culto e depois sobem para atividades no DI.

Como pais, e mães, lembremos que o DI não é um “depósito de crianças”, nem parque de diversões, onde as crianças ficam alojadas para que cultuemos, mas um local onde elas aprendem sobre Deus, e também a como se comportar no culto solene.

Nosso compromisso é fazer um DI melhor a cada dia. Louvamos a Deus pela vida daqueles que estão se empenhando nesta tarefa. Convidamos a todos que se sentirem chamados por Deus a que se apresentem para capacitação e trabalho.

Entendemos que as crianças precisam de convivência no Santuário, cultuando com as famílias sob a supervisão dos pais. Afinal, o culto é uma atividade que deve ser executada em família, e na Bíblia não temos cultos segmentados por idade. A responsabilidade primeira pela instrução e disciplina das crianças é dos pais, que devem aprender a exercitá-las, inclusive nos cultos. Nem sempre é fácil, mas é necessário. A Igreja deve colaborar com os pais nesta tarefa, para que colhamos frutos em vidas consagradas ao Senhor.

Precisamos sacrificar um pouco nosso conforto para que nossos filhos adorem conosco, e aprendam como fazê-lo vendo nosso exemplo, e mais adiante tragam nossos netos. O fato é que, algumas crianças ainda não sabem se comportar em um culto, mas com a Graça de Deus e a nossa colaboração elas aprenderão.

As crianças precisam presenciar a administração dos sacramentos, como aconteceu domingo.“A graça da fé, pela qual os eleitos são habilitados a crer para a salvação das suas almas, é a obra que o Espírito de Cristo faz nos corações deles, e é ordinariamente operada pelo ministério da palavra; por esse ministério, bem como pela administração dos sacramentos e pela oração, ela é aumentada e fortalecida.” (CFW XIV.I);

Privar crianças de momentos no Santuário é correr o risco de vê-las sem qualquer familiaridade com o culto solene, e o pior, vê-las sair diretamente do DI para as ruas, por não terem vivência no Santuário. Há igrejas com gerações perdidas, porque os filhos não foram instruídos a participar dos cultos, e se tornaram estranhos em suas Igrejas.

Ver os pais participando dos cultos instrui as crianças de maneira poderosa, as crianças aprendem com o exemplo que vêem em nós. Sejamos fieis mordomos da herança que o Senhor nos tem confiado.

Soli Deo Gloriæ!

Alfrêdo Oliveira

(Publicado no Boletim Dominical da Igreja Presbiteriana Memorial em 20 de Julho de 2014)


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Criança a alma do negócio



No próximo domingo a Classe de Casais estará assistindo ao filme "Criança a alma do Negócio", que mostra como no Brasil o público infantil se tornou alvo preferencial da publicidade. As crianças são bombardeadas por mensagens que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas.

Como cristãos não podemos ficar indiferentes a isso.

Venha, traga convidados e participe!

Fraterno abraço
--
Alfrêdo Oliveira

IGREJA PRESBITERIANA MEMORIAL
Rua Hercliano Pires, 201, Piedade - Jaboatão dos Guararapes - PE
(terceira paralela da Avenida Armindo Moura, próximo ao COMAR 2)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Comunhão Começa na Família



A família é o primeiro grupo social com o qual convivemos. Criada por Deus, antes da queda, a família deve oferecer ambiente apropriado para o desenvolvimento e crescimento de cada pessoa em todas as suas dimensões.

Devemos buscar cumprir os planos de Deus para as nossas vidas, e famílias, e essa busca implica em reconhecermos as nossas limitações, o que nos ajudará a lidar com as limitações dos outros, e juntos, trabalharmos para a construção de famílias saudáveis, que criem um ambiente acolhedor para cada pessoa.

Pensando na família como o primeiro grupo social do qual participamos, percebemos que é através dela que compreendemos as regras básicas para o convívio social, e onde podemos exercitar a comunhão. Os conflitos – falta de comunhão – surgem não apenas da diferença de opiniões, mas também da dificuldade em desempenhar nossos papéis sociais, e aceitar os dos outros. Se construirmos famílias saudáveis, podemos sonhar com uma sociedade melhor.

Em uma família saudável aprendemos que diferentes podem viver em unidade quando marido e mulher administram bem os conflitos, e assim ensinam grandes lições aos filhos.

Em uma família saudável aprendemos noções de autoridade e justiça, quando pais educam os filhos com amor ilimitado e disciplina com limites claros.

Em uma família saudável aprendemos a exercitar fraternidade, quando nos relacionamos na base do amor e da compreensão.

Em uma família saudável a comunhão é vista não como um sonho distante e inatingível, mas como uma possibilidade real, que depende do empenho de cada um dos seus membros para ser alcançada.

Famílias saudáveis vivem em comunhão, não pela ausência de conflitos, mas por conseguir enfrentá-los exercitando amor que tem sua fonte inesgotável em Deus, e é suficiente para todas as ocasiões.

Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, nos ajude a viver em comunhão a começar das nossas famílias e Igreja.

Soli Deo Gloriæ!

(Publicado no Boletim Dominical da IPM, 26 de Maio de 2013)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

41º Aniversário da PIB Mirueira


CONVITE

Você e sua família são nossos convidados
para comemorarmos juntos  os 41 anos da

Primeira Igreja Batista em Mirueira.
Realizaremos conferências sobre a família
com os seguintes preletores:

19 de setembro, às 18h.
Princípios para o Casamento (Pr. Abner Assis)
22 de setembro, às. 19h30
O lugar do jovem na família (Pr. Kennede Soares)
23 de setembro, às 19h30
O lugar da criança na família (Prof. Areli Perruci)
24 de setembro, às 19h30
O lugar do homem na família (Pr. Elias Barboza)
26 de setembro, às 9h
O lugar da mulher na família (Prof.Ábia Saldanha)
26 de setembro, às 18h
Encerramento (Pr. Élio Morais)

Ficaremos felizes com sua presença!

Primeira Igreja Batista em Mirueira 
Fone: (81)3437 4539
       Av. João Paulo II, 1020
Mirueira – Paulista – PE

sábado, 22 de maio de 2010

A Comunhão Começa na Família

Maio é o mês tradicionalmente separado para a família. Neste post, associamos a ênfase na família a um dos propósitos bíblicos da Igreja – a Comunhão.

A Bíblia usa várias figuras para descrever a Igreja. Uma delas está em Efésios 2.19: Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; a família é mencionada por Paulo quando ele trata das relações entre os papéis sociais desempenhados na Igreja de Éfeso. Como Igreja somos uma comunidade que busca a unidade, em meio às várias diversidades que nos caracterizam.

Mas, quais as implicações de pensar na Igreja como família?

Pensar na Igreja como família, implica em reconhecer que temos um Pai – Deus – ao qual devemos respeito e obediência.

Pensar na Igreja como família, implica em reconhecer que temos um Pai em comum e que isto nos faz irmãos; nesta condição devemos amar e cuidar uns dos outros, apesar, e por causa, das nossas diferenças e falhas.

Pensar na Igreja como família, implica em reconhecer que individualmente, e coletivamente, devemos trabalhar na promoção da comunhão, que está alicerçada – como propõe Dietrich Bonhoeffer, em seu livro Vida em Comunhão – no amor de Deus, revelado em Jesus Cristo, e não em nossas preferências e escolhas pessoais.

A Comunhão Começa na Família, é uma verdade que deve nos impulsionar a viver os valores cristãos a partir das nossas famílias, assumindo as responsabilidades como filhos e filhas de Deus na promoção dos ideais do Evangelho, começando no lar, e se estendendo em todos os relacionamentos.

A Comunhão Começa na Família, é uma verdade que deve nos impulsionar a experimentar na Igreja, o sentimento de pertencer um ao outro, existente na família, e a consciência de que, na Igreja somos irmãos de sangue, sangue de Jesus Cristo, e esta deve ser a base sustentadora da nossa comunhão.

Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, nos faça exercitar a comunhão cristã a partir de nossas famílias e que assim contagiemos a Igreja, e as várias comunidades nas quais estamos inseridos.

terça-feira, 19 de maio de 2009

UMA VIDA RENOVADA COMEÇA NA FAMÍLIA!

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (2 Coríntios 5.17)

O nosso tema anual é bastante sugestivo: Uma Vida Renovada. Ele aponta para um novo momento que começamos a viver, e que se realizará completamente à medida que cada família experimente viver em novidade diante do SENHOR.

Para que cada família desfrute de uma vida renovada, faz-se necessário que os cristãos, e cristãs, assumam uma vida de testemunho a partir do lar. Ser cristão é uma modalidade a ser vivida vinte e quatro horas por dia, e não somente nos momentos de adoração.

A família é um projeto de Deus para o ser humano, e ele mesmo estabeleceu nas Sagradas Escrituras, como espera que cada membro se comporte. Durante este mês estamos enfocando a cada domingo temas pertinentes à família:

1º Dom. Unidade – Essencial para a família e a Igreja;
2º Dom. Mãe em Israel – Precisamos honrar as mães;
3º Dom. José – um exemplo para a Juventude;
4º Dom. Filhos Herança do Senhor;
5º Dom. Relacionamentos.

Uma Vida Renovada Começa na Família! Sob a inspiração desta verdade, somos desafiados a, diante do SENHOR, firmar um compromisso de viver em novidade de vida a começar dos nossos lares.

Soli Deo Gloriæ! (Somente para a glória de Deus!).

Pastor Alfrêdo Oliveira

(Publicado no boletim da PIB Mirueira em 17 Mai. 2009)